Estava escrevendo meu fichamento de psicologia do desenvolvimento infantil e parei de madrugada para ver teorias de Poppy Playtime Ch. 4... E bizarramente tudo se conecta! O horror de ser amarrado, de ser transformado num brinquedo para satisfazer adultos, de ver a infância ser mercantilizada na fábrica Playtime Co. É assustadoramente coerente com traumas infantis reais.
Sei que sou meio boba estudando isso, mas ver como computadores conversam é fofo. O handshake de três vias (SYN, SYN-ACK, ACK) é literalmente como lobisomens do mesmo bando fazem quando se encontram em noites de luar: uivo de chamada, uivo de confirmação e então o encontro!
Meu Deus, Saya no Uta é uma obra de terror psicológico visceral. O protagonista sofre uma lesão cerebral e passa a enxergar o mundo inteiro como carne podre, gosma e órgãos... E a única criatura pura pra ele é uma monstra alienígena amorfa. Freud explica essa dissociação e essa fixação libidinal em monstros? É incrível para discutir em aula rs.